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quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Espaço finito de mim


Eu sou assim de marte. Tem dias que me fazem noite. Noites que não chegam ao dia. Incompatível, sem naturalidade, amarguradamente intensa e feliz. f-e-l-i-z! A ponto de ser bem mais que faísca. Fogo em forma. Só por hoje. Hooooooooje! Eu queria mais amor. Menos cara-de-pau e mais coragem também. Sabe esse papo lero lero de credibilidade? Quero o insulto mesmo. Nada de palavra cruzada ou entre lindas negras. Caaaaaansei! Hoje tive tempo pra pensar e saltei alguns passos quando me vi salpicando tons e cores de mim mesma por aí. Por terra. Sem retorno ou fins.É falta de espaço. O vácuo empoçando, ecoando e transferindo o riso em risco. Dois em dois. Como se fôssemos um. Um pulo ausente na armadilha que entrega a face e os braços sem nos. Amontoado de luz e traços sem fazê-los.

(Um desabafo para um dia abafado. Já que falar ''Vai a merda'' é muito feio para mulheres que fazem literatura ).

Um comentário:

Naty disse...

aula do bruno faz coisas ein ? hauaua .. credibilidade eh mato com ele =P voc escreve beem demaaais ow, salveii essa aq, ameeeeei !