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segunda-feira, 11 de agosto de 2008

amoraro


Quero um amor
Que ao invés de amar
se arma
Uma pele que de seda
fosse cena
para me enquadrar
como pintura
Um cheiro que
enxergasse dentro
entre o sopro e o coração
Uma boca oca
ecoando ando meu ventre
Dez sentidos
e nossas maõs

6 comentários:

ON THE É (nada do que não era antes, quando não somos mutantes) disse...

mão que escreve o que sinto. ergo-te entre lírios e jardins. entre a multidão que muda, vê; e o templo onde misturamos nossos corpos.

bj
Cgurgel

Mahatma disse...

enquanto aqui arde, sei que sentes frio.
por isso me animo
de colocar tuas mãos entre as minhas
e te vestir com a minha pele
se me deixas, te protejo
se permites, desejo
estar cada vez mais próximo
até que meu pescoço sinta frio
para me aqueceres com teus fios
e assim juntaremos nossos sorrisos
eles, sim, são o nosso abrigo.


NOSSOS ILHOS NASCIDOS QUASE Q NO MSM MINUTO.

Que bom oi participar do nascimento desse seu poema.

Beijos!

Brener Alexandre disse...

A poiesis é o purgador da alma e a filosofia é o espelho por onde a poeises da a alma leveza e graça.. as musas inspiraram ambos falar sobre eros de forma diferentes!!

Elandia duarte disse...

Gosto de tua poesia...
Poesia cotidiana e impura..
A poesia de verdade

Elandai Duarte

Rafael C. disse...

hum...parece qur já fez foi achar...parece mesmo...rsos

Rafael C. disse...

dia bom! dia bom!! ;)