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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Alguém me empresta um verso sujo?
uma poesia vivida em outra vida
mas que se pareça comigo, assim, de perto:
menos feliz e triste.
Qualquer frase que arrebata
ou um pensamento que bate leve
e leve todos os sonhos
sem traze-los, sem faze-los elos, ou de volta.
Ninguém me espera com uma folha em branco,
um sorriso-viagem, uma forma de habitar.
Qualquer letrinha miúda...
Qualquer verdade-verdade...
Qualquer amor e amar...

2 comentários:

Deivs disse...

Um verso imundo, sujo, pronto a ser servido...
Um pouco infeliz sim, em outro mundo?
Com pitada de gotas de chuvas no parabrisa...
Percebo, vejo...
Formas vão se criando...
Com as gotas, sinal vermelho... Penso, sinto e deixo, vejo...
Dia nublado, cinzento com vazio profundo?
Não, são somente gotas de chuva no vidro, deslizando junto com lembranças...
Gotas que batem e descem, que vem e vão embora e nunca mais voltam...
Mais gotas, mais um verso, só um verso a mais, mas logo passa...
Sinal verde... deixarei as gotas para tras, enquanto outras vem e vão, mas algumas ficarão para sempre... onde?

Jose Ramon Santana Vazquez disse...

... ...traigo
sangre
de
la
tarde
herida
en
la
mano
y
una
vela
de
mi
corazon
para
invitarte
y
darte
este
alma
que
viene
para
compartir
contigo
tu
bello
blog
con
un
ramillete
de
oro
y
claveles
dentro...


desde mis
HORAS ROTAS
Y AULA DE PAZ


TE SIGO TU BLOG:
DA ALMA NUA




CON saludos de la luna al
reflejarse en el mar de la
poesia ...


AFECTUOSAMENTE
DE ALMA NUA




jose
ramon...