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quinta-feira, 29 de abril de 2010

sinal




As pessoas não aparecem por acaso. Muito menos na minha vida. De fato, é um começo largo quando isso acontece. Porque nada (acredito) seja acaso. Ou vai dizer que não é? Aquela música já sabia: ''
Junte tudo que você conseguiu por coincidência''. Logo depois: ''tudo que parece seu é bom que agarre já''. Negro amor é o nome da melodia. Amor é o nome da minha vida. Por amor ou sem amor, amo. Falo de mim, daquilo que é viver, do e/terno sentir. E das pessoas que cruzaram meu caminho. Mas eu gosto de gente de verdade. Gente que pensa e reza escondido. Que rabisca folha em branco procurando eu-lírico e chora. Gosto de gostar. Imaginar destinos. Cruzar caminhos. Gosto de gente de carne e osso. Sem frescuras, sem pressa, sem hora certa pra chegar. Sem hora para ir embora. Mas não gosto de acerto sempre. O invisível também é luz. Aquilo que não vemos implora ser visto: dependendo de quem vê, aparece. Falo dos sonhos. Ele que abriga o nosso melhor e nos faz feliz. Já sentiu? Parece estrela cadente, rápida, lúcida e ao mesmo tempo transparente. Já foi. É passagem como em uma vida em que as pessoas passam. Basta observar. Aquela sensação de antes e o velho sinal.



2 comentários:

Adhil Rangel disse...

Adoro passear por aqui...adoro esse seu talento, é gostoso mergulhar e viajar nele...

Guilherme disse...

Como sempre..Linda na escrita..
Felicidades..
Você merece!!